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06/09/2022 às 08h02min - Atualizada em 06/09/2022 às 08h02min

Maricaense recebe a primeira casa do Programa Habitar Reassentamentos

O programa foi criado para reassentar pessoas que antes viviam em áreas dr risco ou em terrenos públicos.

Fonte: PMM
Foto: Divulgação

A Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Habitação e Assentamentos Humanos, entregou nesta segunda-feira (05/09) a primeira casa adquirida dentro do Programa Habitar Reassentamentos, criado para reassentar pessoas que antes viviam em áreas de risco ou em terrenos públicos.  A contemplada foi a auxiliar administrativa Géssica da Silva, de 29 anos, que recebeu as chaves de sua nova casa das mãos do secretário de Habitação, Victor Maia. Anteriormente, ela vivia numa área que será ocupada pela extensão do Parque Linear do Flamengo com a mãe e a tia – as duas também receberão casas novas, no mesmo local em que Géssica vai morar.

Acompanhada dos filhos Gustavo e Beatriz, Géssica conheceu sua nova casa, num pequeno condomínio no bairro Pindobas, e se encantou: a residência de dois pavimentos tem dois quartos, sala, cozinha, lavabo, banheiro, área externa com churrasqueira e até uma pequena horta, cultivada no quintal pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca por sugestão de Victor Maia. Ela contou ter ficado receosa quando foi informada de que devia deixar a casa onde vivia, mas que receberia outra moradia.


“Sempre morei lá no Flamengo e confesso que fiquei com um pouco de medo, por não saber como seria esse processo de ir para outra casa e também por não ter ideia de como seria a casa nova. Mas agora sei que daqui pra frente vou ficar bem, achei tudo perfeito”, comemorou ela, enquanto as crianças faziam planos para ocupar um dos quartos e escolhiam a melhor vista das janelas.


Victor Maia explicou que o programa de reassentamento prioriza a aquisição de imóveis ociosos no município, mas sem descartar a construção de novas unidades, embora grandes conjuntos habitacionais não estejam nos planos. “Podemos construir, mas a ideia é pulverizar o impacto dos reassentamentos, por isso adquirimos esses imóveis já existentes. Queremos zerar o déficit habitacional de modo dinâmico, para que cada região da cidade absorva esses novos moradores sem nenhum prejuízo à segurança pública, por exemplo”, disse ele.


O secretário afirmou ainda que a entrega da casa à Géssica tem uma carga simbólica forte por ser o começo da resolução de um problema histórico da cidade, que é o déficit habitacional. “Géssica é mãe de duas crianças, uma trabalhadora, que agora vai ter uma condição melhor para si e sua família”.


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